Todos contra o Bullyning

 

Você sabe o que é o Bullying?
Até pouco tempo visto como fato isolado ou “briguinhas de criança”, hoje o termo “Bullying” é conhecido no Brasil para definir atos agressivos entre alunos e/ou grupos de alunos nas escolas. A palavra é de origem inglesa, mas seus efeitos são debate em instituições do mundo inteiro como problema crônico das escolas, e com consequências sérias, tanto para vítimas, quanto para agressores. A pedagoga e mestre em educação, Maria Elisa Schuck Medeiros, trouxe o tema a tona em seu artigo “O Bullying e a Lei do Silêncio”. Segundo ela, professores e escolas ainda não identificam essa violência ou quando identificam se calam diante da situação. “Assim, a situação se estende até a mesma ultrapassar os limites da aceitação, do respeito ao ser humano”, acredita.

 

Formas de agressão
As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vitima a situações vexatórias, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo), e a exclusão. Entre os meninos, os tipos de vitimação são mais de cunho físico. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo em suas vitimas. Já as meninas agressoras costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem espalhar segredos para causar mal estar.

 

Como evitar?
O Bullying atrapalha inclusive a aprendizagem, sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação. Segundo Elisa, a escola precisa garantir que nenhum aluno, seja criança ou adolescente, sofra esse problema. “A escola precisa garantir que nenhum aluno, seja criança ou adolescente,  sinta-se ou seja excluído, bem como humilhado dentro do ambiente escolar”. Ela acredita que os profissionais precisam estar atento a todos os movimentos e ações do contexto escolar, colocando em questão o assunto para que seja amplamente discutido envolvendo pais, professores, direção, serviços pedagógicos e principalmente os alunos, quebrando, assim, a lei do silêncio.

Todos contra o bullying


 

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